Compre direto da Fábrica:

Ligue pra nós (45) 3096 0212 Informe Seu Fone: Que Retornamos a Ligação para Você

e-mail: contato@apoioparapes.com.br

A MC ESTÁ LOCALIZADA EM CASCAVEL - PARANÁ - BRASIL

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

            apoio para os pés Contato Direto (45) 9 9941 9082 (Tim) e Whatsapp

ENTRE NA PÁGINA DO PRODUTO

Clique abaixo para mandar uma mensagem para MC Line Contato por e-mail: contato@apoioparapes.com.br apoiapesmc@hotmail.com MC Line Av.
Talvino Atílio Volpato, 415 Bairro Morumbi - Cascavel - Paraná CEP: 85817-832 Tel: (45) 3096-0212 Seja você
também um representante dessa marca! Fale conosco!

 

 

NR 17 - NORMA
REGULAMENTADORA 17

ERGONOMIA

ANEXO I

TRABALHO DOS OPERADORES DE
CHECKOUT

 (Aprovado pela Portaria SIT n.º 08/2007)

1. Objetivo e campo de aplicação

1.1.
Esta Norma objetiva estabelecer parâmetros e diretrizes mínimas para adequação das condições de
trabalho dos operadores de checkout, visando à prevenção dos problemas de saúde e segurança relacionados
ao trabalho.

1.2. Esta Norma aplica-se aos empregadores que desenvolvam atividade comercial utilizando sistema de auto-serviço
e checkout, como supermercados, hipermercados e comércio atacadista.

2. O posto de trabalho

2.1. Em relação
ao mobiliário do checkout e às suas dimensões, incluindo distâncias e alturas, no posto de trabalho
deve-se:

a) atender às características antropométricas de 90% dos trabalhadores, respeitando os alcances dos
membros e da visão, ou seja, compatibilizando as áreas de visão com a manipulação;

b) assegurar a
postura para o trabalho na posição sentada e em pé, e as posições confortáveis dos membros
superiores e inferiores, nessas duas situações;

c) respeitar os ângulos limites e trajetórias naturais dos
movimentos, durante a execução das tarefas, evitando a flexão e a torção do tronco;

d) garantir um
espaço adequado para livre movimentação do operador e colocação da cadeira, a fim de permitir a
alternância do trabalho na posição em pé com o trabalho na posição sentada;

e) manter uma
cadeira de trabalho com assento e encosto para apoio lombar, com estofamento de densidade adequada, ajustáveis à estatura do
trabalhador e à natureza da tarefa;

f) colocar apoio para os pés, independente da cadeira;

g) adotar, em cada
posto de trabalho, sistema com esteira eletromecânica para facilitar a movimentação de mercadorias nos checkouts com
comprimento de 2,70 metros ou mais;

h) disponibilizar sistema de comunicação com pessoal de apoio e
supervisão;

i) manter mobiliário sem quinas vivas ou rebarbas, devendo os elementos de fixação (pregos,
rebites, parafusos) ser mantidos de forma a não causar acidentes.

2.2. Em relação ao equipamento e às
ferramentas utilizadas pelos operadores de checkout para o cumprimento de seu trabalho, deve-se:

a) escolhê-los de modo a
favorecer os movimentos e ações próprias da função, sem exigência acentuada de força,
pressão, preensão, flexão, extensão ou torção dos segmentos corporais;

b)
posicioná-los no posto de trabalho dentro dos limites de alcance manual e visual do operador, permitindo a movimentação
dos membros superiores e inferiores e respeitando a natureza da tarefa;

c) garantir proteção contra acidentes de
natureza mecânica ou elétrica nos checkouts, com base no que está previsto nas normas regulamentadoras do MTE ou em
outras normas nacionais, tecnicamente reconhecidas;

d) mantê-los em condições adequadas de
funcionamento.

2.3. Em relação ao ambiente físico de trabalho e ao conjunto do posto de trabalho,
deve-se:

a) manter as condições de iluminamento, ruído, conforto térmico, bem como a
proteção contra outros fatores de risco químico e físico, de acordo com o previsto na NR-17 e outras normas
regulamentadoras;

b) proteger os operadores de checkout contra correntes de ar, vento ou grandes variações
climáticas, quando necessário;

c) utilizar superfícies opacas, que evitem reflexos incômodos no campo
visual do trabalhador.

2.4. Na concepção do posto de trabalho do operador de checkout deve-se prever a possibilidade de
fazer adequações ou ajustes localizados, exceto nos equipamentos fixos, considerando o conforto dos operadores.

3. A
manipulação de mercadorias

3.1. O empregador deve envidar esforços a fim de que a manipulação de
mercadorias não acarrete o uso de força muscular excessiva por parte dos operadores de checkout, por meio da
adoção de um ou mais dos seguintes itens, cuja escolha fica a critério da empresa:

a) negociação do
tamanho e volume das embalagens de mercadorias com fornecedores;

b) uso de equipamentos e instrumentos de tecnologia
adequada;

c) formas alternativas de apresentação do código de barras da mercadoria ao leitor ótico, quando
existente;

d) disponibilidade de pessoal auxiliar, quando necessário;

e) outras medidas que ajudem a reduzir a sobrecarga
do operador na manipulação de mercadorias.

3.2. O empregador deve adotar mecanismos auxiliares sempre que, em
função do grande volume ou excesso de peso das mercadorias, houver limitação para a execução
manual das tarefas por parte dos operadores de checkout.

3.3. O empregador deve adotar medidas para evitar que a atividade de
ensacamento de mercadorias se incorpore ao ciclo de trabalho ordinário e habitual dos operadores de checkout, tais como:

a)
manter, no mínimo, um ensacador a cada três checkouts em funcionamento;

b) proporcionar condições que
facilitem o ensacamento pelo cliente;

c) outras medidas que se destinem ao mesmo fim.

3.3.1. A escolha dentre as medidas
relacionadas no item 3.3 é prerrogativa do empregador.

3.4. A pesagem de mercadorias pelo operador de checkout só
poderá ocorrer quando os seguintes requisitos forem atendidos simultaneamente:

a) balança localizada frontalmente e
próxima ao operador;

b) balança nivelada com a superfície do checkout;

c) continuidade entre as
superfícies do checkout e da balança, admitindo-se até dois centímetros de descontinuidade em cada lado da
balança;

d) teclado para digitação localizado a uma distância máxima de 45 centímetros da
borda interna do checkout;

e) número máximo de oito dígitos para os códigos de mercadorias que sejam
pesadas.

3.5. Para o atendimento no checkout, de pessoas idosas, gestantes, portadoras de deficiências ou que apresentem algum
tipo de incapacidade momentânea, a empresa deve disponibilizar pessoal auxiliar, sempre que o operador de caixa solicitar.

4. A
organização do trabalho

4.1. A disposição física e o número de checkouts em atividade
(abertos) e de operadores devem ser compatíveis com o fluxo de clientes, de modo a adequar o ritmo de trabalho às
características psicofisiológicas de cada operador, por meio da adoção de pelo menos um dos seguintes itens,
cuja escolha fica a critério da empresa:

a) pessoas para apoio ou substituição, quando
necessário;

b) filas únicas por grupos de checkouts;

c) caixas especiais (idosos, gestantes, deficientes, clientes
com pequenas quantidades de mercadorias);

d) pausas durante a jornada de trabalho;

e) rodízio entre os operadores de
checkouts com características diferentes;

f) outras medidas que ajudem a manter o movimento adequado de atendimento sem a
sobrecarga do operador de checkout.

4.2. São garantidas saídas do posto de trabalho, mediante comunicação,
a qualquer momento da jornada, para que os operadores atendam às suas necessidades fisiológicas, ressalvado o intervalo para
refeição previsto na Consolidação das Leis do Trabalho.

4.3. É vedado promover, para efeitos de
remuneração ou premiação de qualquer espécie, sistema de avaliação do desempenho com base
no número de mercadorias ou compras por operador.

4.4. É atribuição do operador de checkout a
verificação das mercadorias apresentadas, sendo-lhe vedada qualquer tarefa de segurança patrimonial.

5. Os
aspectos psicossociais do trabalho

5.1. Todo trabalhador envolvido com o trabalho em checkout deve portar um dispositivo de
identificação visível, com nome e/ou sobrenome, escolhido(s) pelo próprio trabalhador.

5.2. É
vedado obrigar o trabalhador ao uso, permanente ou temporário, de vestimentas ou propagandas ou maquilagem temática, que
causem constrangimento ou firam sua dignidade pessoal.

6. Informação e formação dos
trabalhadores

6.1. Todos os trabalhadores envolvidos com o trabalho de operador de checkout devem receber treinamento, cujo objetivo
é aumentar o conhecimento da relação entre o seu trabalho e a promoção à saúde.

6.2.
O treinamento deve conter noções sobre prevenção e os fatores de risco para a saúde, decorrentes da
modalidade de trabalho de operador de checkout, levando em consideração os aspectos relacionados a:

a) posto de
trabalho;

b) manipulação de mercadorias;

c) organização do trabalho;

d) aspectos psicossociais
do trabalho;

e) agravos à saúde mais encontrados entre operadores de checkout.

6.2.1. Cada trabalhador deve
receber treinamento com duração mínima de duas horas, até o trigésimo dia da data da sua admissão,
com reciclagem anual e com duração mínima de duas horas, ministrados durante sua jornada de trabalho.

6.3. Os
trabalhadores devem ser informados com antecedência sobre mudanças que venham a ocorrer no processo de trabalho.

6.4. O
treinamento deve incluir, obrigatoriamente, a disponibilização de material didático com os tópicos mencionados
no item 6.2 e alíneas.

6.5. A forma do treinamento (contínuo ou intermitente, presencial ou à distância,
por palestras, cursos ou audiovisual) fica a critério de cada empresa.

6.6. A elaboração do conteúdo
técnico e avaliação dos resultados do treinamento devem contar com a participação de integrantes do
Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho e da Comissão Interna de Prevenção de
Acidentes, quando houver, e do coordenador do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional e dos responsáveis pela
elaboração e implementação do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais.

7.
Disposições Transitórias

7.1. As obrigações previstas neste anexo serão exigidas após
encerrados os seguintes prazos:

7.1.1. Para os subitens 1.1; 1.2; 3.2; 3.5; 4.2; 4.3 e 4.4, prazo de noventa dias.

7.1.2. Para
os subitens 2.1 “h”; 2.2 “c” e “d”; 2.3 “a” e “b”; 3.1 e alíneas; 4.1 e
alíneas; 5.1; 5.2; e 6.3, prazo de cento e oitenta dias. (alterado pela Portaria SIT n.º 13, de 21 de junho de
2007)

7.1.3. Para Subitens 2.1 “e” e “f”; 3.3 “a”, “b” e “c”; 3.3.1; 6.1;
6.2 e alíneas; 6.2.1; 6.4; 6.5 e 6.6, prazo de um ano. (alterado pela Portaria SIT n.º 13, de 21 de junho de 2007)

7.1.4.
Para os subitens 2.1 “a”, “b”, “c”, “d”, “g” e “i”; 2.2
“a” e “b”; 2.3 “c”; 2.4 e 3.4 e alíneas, prazos conforme o seguinte cronograma:

a) Janeiro
de 2008 – todas as lojas novas ou que forem submetidas a reformas;

b) Até julho de 2009 – 15% das lojas;

c)
Até dezembro de 2009 – 35% das lojas;

d) Até dezembro de 2010 – 65% das lojas;

e) Até dezembro
de 2011 – todas as lojas.

Utilize o formulário abaixo para entrar em contato.

Nome
Empresa
e-Mail
Telefone
Motivo do contato